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And the moon blows which way..?
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Devious Journal Entry

Thu Jan 20, 2005, 11:25 AM
Dou-me como solidário,já há alguns anos,a esta luta que se trava contra os desrespeitadores do planeta em que vivemos,TODOS!
Estamos a chegar a um ponto em que o facto de cada um fazer o que pode não é suficiente,então,temos de nos juntar de uma vez por todas e fazermos valer da união,da força que resulta das pessoas que amam o planeta em que vivem!
Desejemos,no nosso âmago,tornar este mundo um local digno de se gerar vida,como o era antes!
Cumpramos com os requisitos minimos,como cidadãos planetários,do que é considerado um Ser respeitador e amante da Natureza,nossa Mãe!
Olhemos por Ela,e Ela olhará por Nós em funçao da reciprocidade...demos,para receber!

Mood: Community Spirit Maaaaaad
Listening to: Dub Trees - Nature never betrayed d 1 who love her
Watching: Tankgirl

Tivemos a tristeza de ver recentemente o Tsunami, causando uma grande destruição e vitimando um número inconcebível de pessoas em sete países da Ásia. Sabemos que esse tipo de facto é um acontecimento natural, porém havemos de analisar e acrescentar que a intensidade desse tsunami mostra-nos claramente que o desequilíbrio ambiental é, incontestavelmente, potencializador de forças naturais deste porte. Cabe a nós, definitivamente, uma reflexão séria sobre o assunto e buscarmos maneiras mais correctas de lidarmos com o espaço que vivemos, para que não sejamos nós os responsáveis por catástrofes desta natureza.

Nós blogueiros, propomos desde já, unirmo-nos em um alerta para a humanidade, e implantarmos cada um de nós, a nosso modo e em nosso ambiente, medidas práticas de mudanças!

É tempo de se falar abertamente. É tempo de se abordarem as questões em profundidade e não de forma restritiva. É tempo enfim, de se falar a sério sobre a questão ambiental e ecológica. Sobre a humanidade!

E com razão. É que cada vez mais se toma consciência de que o combate pela preservação, não tem fronteiras, não é regionalizável e de que a resposta ou é global ou não será resposta.

As chuvas ácidas, o efeito de estufa, a poluição dos rios e dos mares, a destruição das florestas, não têm azimute nem pátria, nem região. Ou se combatem a nível global ou ninguém se exime dos seus efeitos.

As pessoas ainda respiram. Mas por quanto tempo?

Os desertos ainda deixam que reverdejem alguns espaços estuantes de vida. Mas vão avançando sempre.

Ainda há manchas florestais não decepadas nem ardidas. Mas é cada vez mais grave o deficit florestal.

Ainda há saldos de crude por extrair, de urânio e cobre por desenterrar, de carvão e ferro para alimentar as grandes metalurgias do mundo. Mas à custa de sucessivas reduções de reservas naturais não renováveis.

Na sua singeleza, o caso é este:

Até agora temos assistido a um modelo de desenvolvimento que resolve as suas crises crescendo cada vez mais. Só que quanto mais se consome, mais apelo se faz à delapidação de recursos naturais finitos e não renováveis, o que vale por dizer que não é essa uma solução durável, mas ela mesma finita em si e no tempo que dura. Por outras palavras: é ela mesmo uma solução a prazo.

Significa isto que, ou arrepiamos caminho, ou a vida sobre a terra está condenada a durar apenas o que durar o consumo dos recursos naturais de que depende.

Não nos iludamos. A ciência não contém todas as respostas. Antes é portadora das mais dramáticas apreensões.

O que há de novo e preocupante nos dias de hoje, é um modelo de desenvolvimento meramente crescimentista – pior do que isso, cegamente crescimentista – que gasta o capital finito de preciosos recursos naturais não renováveis, que de relativamente escassos tendem a sê-lo absolutamente. E se podemos continuar a viver sem urânio, sem ferro, sem carvão e sem petróleo, não subsistiremos sem ar e sem água, para não ir além dos exemplos mais frisantes.

Daí a necessidade absoluta de uma resposta global. Tão só esta necessidade de globalização das respostas, dá-nos a real dimensão do problema e a medida das dificuldades das soluções. Lêem-se o Tratado de Roma, O Acto Único Europeu e mais recentemente as conclusões da Conferência de Quioto, do Rio de Janeiro e Joanesburgo, onde ficou bem patente a relutância dos países mais industrializados, particularmente dos Estados Unidos, em aceitar a redução do nível de emissões. Regista-se a falta de empenhamento ecológico e ambiental das comunidades internacionais e dos respectivos governos, que persistem nas teses neoliberais onde uma economia cega desumanizada e sem rosto acabará por nos conduzir para um beco sem saída.

Por outro lado todos temos sido incapazes de uma visão mais ampla e intemporal. Se houver ar puro até ao fim dos nossos dias, quem vier depois que se cuide!... e continuamos alegremente a esbanjar a água do cantil.

Será que o empresário que projectou a fábrica está psicológica ou culturalmente preparado para aceitar sem sofismas nem reservas as conclusões de uma avaliação séria do respectivo impacto ambiental?
Mesmo sem sacrificar os padrões de crescimento perverso a que temos ligados os nossos hábitos, há medidas a tomar que não se tomam, como por exemplo:


Levar até ao limite do seu relativo potencial o uso da energia solar e da energia eólica.

Levar até ao limite a preferência da energia hidráulica sobre a energia térmica.

Regressar à preferência dos adubos orgânicos sobre os adubos químicos.

Corrigir o excessivo uso dos pesticidas.

Travar enquanto é tempo a fúria do descartável, da embalagem de plástico, dos artigos de intencional duração.

Regressar ao domínio do transporte ferroviário sobre o rodoviário.

Repensar a dimensão irracional do transporte urbano em geral e do automóvel em particular.

Repensar, aliás, a loucura em que se está tornando o próprio fenómeno do urbanismo.

Reformular a concepção das cidades e das orlas costeiras

Dito de outro modo: a moda política tende a ser, um constante apelo às terapêuticas de crescimento pelo crescimento. È tarde demais para desconhecermos que, quando a produção cresce, as reservas naturais diminuem.

Há porém um fenómeno que nem sempre se associa ás preocupações da humanidade. Refiro-me à explosão demográfica.

Com mais ou menos rigor matemático, é sabido que a população cresce em progressão geométrica e os alimentos em progressão aritmética. Assim, em menos de meio século, a população do globo cresceu duas vezes e meia !...
Nos últimos dez anos, crescemos mil milhões!... Sem grande esforço mental, compreendemos aonde nos levará esta situação.

Se é de um homem mais sensato e responsável que se precisa, um homem que olhe amorosamente para este belo planeta que recebeu em excelentes condições de conservação e está metodicamente destruindo; de um homem que jure a si mesmo em cadeia com os seus semelhantes, fazer o que for preciso para que o ar permaneça respirável, que a água seja instrumento de vida e dela portadora, e os equilíbrios naturais retomem o ciclo da auto sustentação, empenhemo-nos desde já nessa tarefa, com persistência e determinação.


Se é a continuação da vida sobre a terra que está em causa, e em segunda linha a qualidade de vida, para quê perder mais tempo?...

Por isso apelamos a todos quantos se queiram associar a este movimento pela preservação Natureza, pela Paz e pelo desenvolvimento harmonioso da Humanidade, para subscreverem este Apelo.

Ao fazê-lo estamos a afirmar a nossa cidadania, enquanto pessoas livres, que olham com preocupação o futuro da Humanidade, o futuro dos nossos filhos!


Iniciativa de uma série de blogs:

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  • Current Residence: Portugal
  • Interests: music,poetry,photography,dancing,people,nature and natural therapies
  • Favourite movie: One Flew Over the Cuckoo´s Nest,K-PAX,A Beautiful Mind,Jonathan L. Seagull,Amelie,Baraka,few m
  • Favourite band or musician: bob marley,peter tosh,ravi shankar,dead can dance,entheogenic,shulman,astral projection, mfg,
  • Favourite genre of music: chill out,reggae,ragga,dub,goatrance,drum n' bass,easy listening,old school grunge,ethnic
  • Favourite artist: Alex Grey, Luke Brown, Martina Hoffman, Robert Venosa, Dali, Diego Rivera,H R Giger, Basquiat
  • Favourite poet or writer: Carlos Castañeda, James Redfield, Fernando Pessoa,Al Berto,Antonio Gedeão, Oscar Wilde, Ba
  • Favourite photographer: Cecilia Paredes, Adi Da Samraj
  • Operating System: XP
  • Shell of choice: Violet seashell
  • Wallpaper of choice: Nature
  • Skin of choice: human skin...silk's soften touch...love contact
  • Favourite cartoon character: lisa simpson
  • Personal Quote: Crêr para Ver | Believe to See
  • Tools of the Trade: inspiration,heart,6 senses,muses,paper and pencil,camera

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Tenho saudades suas, meu caro.
Daqui Joaninha Esguichadora ou Esguichadeira, como quiser.
*! beijinho beijinho cor de mel e um abraço apertado com um esguicho de chocolate algures por aí.
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I am so moved to find you tonigth on my page....
Where are you again ?
I miss you too...
I never forget you dearest, always with all your big tenderness for me, and always with your so lovely and poetic and beautiful words for me...
Why this big ocean between us ??????
tonight, reading you thoughts on my page, make me happy, moved, be loved....my tears are there, emotion tears to find you tonigth...
my sweet smile always is there, when I see you, when I feel your presence...
YOU : my so beautiful friend always....
YOU : my sunlight, with this sensible heart
I send you all my big love, full sweetness, full love, full tenderness...full me !!!!!!
Love love love my friend
come again near me
I need you ..............:heart: .:kiss: :heart: :love: :kiss: :heart: :love: :kiss: :heart: :love: :kiss: :heart: :love: :kiss: :heart: :love: :kiss: :heart:
muahs flutuantes
para o querido duende
que me faz sempre sorrir.
:thanks:
Hi!
Thanks a lote for your :+fav: on Afghan girl :)

0o_o0

:butterflytwo: There is a star waiting to guide us, when we close our eyes :butterfly:...

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